Pesquisa revela o que atrai e amedontra o professor na EAD

1 Star2 Stars3 Stars4 Stars5 Stars (3 votos, Média: 4 de 5)
Loading ... Loading ...

Por Marcelo Claro – extraído da folha dirigida

EAD

Representando o Cefet-MG, Silvana Júlia da Silveira apresentou nesta quarta, 30 de setembro, último dia do Ciaed, a pesquisa Participação de Professores de Ensino Superior na EAD: incentivos e barreiras. Na ocasião, a educadora apresentou os fatores que mais estimulam o professor a aderir à modalidade. “O desafio intelectual e a possibilidade de usar novas tecnologias, satisfação profissional, otimização das condições de trabalho, exercício de novas técnicas de ensino, promoção, reconhecimento dos colegas, incentivos monetário, efetivação no corpo de professores e acesso a cursos de capacitação são os elementos que, quando apresentados, mais despertam o interesse e motivam os professores a ingressarem na EADâ€, relatou.

Por outro lado, apontou Silvana, há também diversos fatores que ainda assustam e afastam os professores deste novo campo profissional. “Resistência natural e pessoal às mudanças, intimidação diante das novas tecnologias, falta do contato face-to-face, aumento da carga de trabalho e temor de queda na qualidade do ensino são os aspectos apontados pelos professores como relevantes na decisão de não atuar no campo da educação a distânciaâ€.

Aproveitando o link da Silvana Júlia da Silveira, respodam a pesquisa abaixo.

O que te estimula a aderir a EAD?

Ver Resultados

Loading ... Loading ...
Bookmark e Compartilhe

Leia Também

TrackBack URI | RSS feed for comments on this post

Um comentário

  1. 1 Daniel Dourado
    2009 out 08

    Quando exponho minha vontade de viver no interior, as pessoas me olham estranho. “Mas você é novo, ainda tem tanto a conquistar”. Parece que decidi pelo suicídio. Desisti de viver. O interior precisa de desenvolvimento e a educação a distância permite uma ampliação do espaço coberto pelas IES para alcançarem estudantes de graduação e pós-graduação em localidades remotas. Surpreender-nos-íamos com a quantidade de povoados, vilas e vilarejos cuja educação não passa do ensino básico, mas que há ao menos um ponto de acesso à Internet.
    Vamos alterar o quadro brasileiro onde a decisão de se viver no interior representa o abandono da VIDA.

    ResponderResponder

Deixe seu comentário