Competências de um designer educacional

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Por Adriane Cônsolo

DI, Moodle, EAD, Educação a Distância,

Designer educacional é o nome dado ao profissional responsável pela tradução de conteúdos através de diferentes mídias e recursos. Ou seja, seu trabalho envolve análise do conteúdo para melhor disponibilizá-lo, considerando o público e a linguagem a ser utilizada.

A regulamentação da profissão é recente, desde o começo de 2009, e engloba uma série de atribuições e flexibilidades na atuação.

O designer educacional ou designer instrucional (DI) pode atuar em diferentes níveis na elaboração de um projeto educacional, desde do story boards (rascunho de roteiro em imagens ou desenhos) e escolha mais adequada da mídia a ser utilizada, até a implantação e planejamento de um curso a distância, ele acaba, muitas vezes, sendo o responsável pela concepção do projeto educacional de um curso e também é o elo entre web designers, professores e autores do conteúdo, por isso a comunicação é um fator muito importante em sua formação.

Tornando-se um D.I

Apesar do termo começar a ficar conhecido só agora, aprofissão é antiga, na verdade sua atuação se inicia junto com a existência da elaboração de materiais didáticos, como livros, gibis educacionais, apostilas didáticas, ou seja, sua atuação não está diretamente ligada à modalidade online.

Por ser uma profissão interdiciplinar, ainda não existe uma graduação específica na área, mas existem alguns cursos de pós-graduação que complementam e direcionam o profissional para atuar na área.

É um profissional muito requisitado atualmente, pois ele não precisa necessariamente ter formação em pedagogia nem ser um especialista da área de tecnologia, mas sim um profissional que possui algum conhecimento nessas duas áreas, é um profissional multi e o mercado carece de profissionais com esse perfil, pois é muito difícil encontrar um pedagogo ou um professor que tenha um bom conhecimento em informática ou um programador com uma visão pedagógica.

A demanda de profissionais na área é grande, muitos chegam a ter um emprego fixo e a trabalhar em vários projetos como freelancers, tamanha a oferta de trabalho.

Enfim, podemos perceber que para ser um DI necessariamente é preciso ter conhecimento de algumas ferramentas que ajudam a compor na internet, ter uma boa escrita e ser um bom leitor, além do conceito pedagógico que deve estar sempre presente.

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3 comentários

  1. 1 Cristiane Freire de Sá
    2009 out 23

    Além do que foi apresentado aqui, hoje o DE precisa, inclusive, conhecer mídias e tecnologias assitivas para adaptar conteúdos e recursos para os alunos com necessidades especiais. Além do próprio Storyboard, o DE tem outras ferramentas e recursos específicos para elaborar um projeto de e-Learning.

    Parabéns pelo artigo!

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  2. 2 admin
    2009 out 23

    Perfeito sua colocação Cristiane, a inclusão é fundamental, um bom site ou tanto quanto um AVA (Ambiente Virtual de Aprendizagem) tem que ser construidos nos padrões WC3 e com acessibilidade. Isso vem se tornando cada vez mais útil e aplicado.

    Marcelo Claro

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  3. 3 Germano Lima
    2010 mar 03

    Olá, eu sou designer a mais de 15 anos e estou me aprofundando no moodle. É um ambiente muito interessante e fácil para se trabalhar. Concordo com os comentários feitos e complemento que é preciso ser bastante analítico, ver os detalhes e estar antenado em todas as novas tecnologias para se inovar sempre. Os padrões da W3C não básicos, principalemente quando a usabilidade e acessibilidade. Hoje temos mais novidades com o HTML 5, que vem trazendo uma série de novidades e pode ser implementado com essa ferramenta.

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